segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Leitura: prática cada vez mais "obsoleta" na sociedade contemporânea




















 Com o não incentivo das escolas para com à leitura "incisiva" em sala de aula, infelizmente os alunos estão perdendo gradativamente o hábito de ler, seja dentro ou, fora da escola, e como consequência disso, à leitura está sendo cada vez mais "fixada" na quinta posição, em termos de hábitos do povo brasileiro.
 A ausência de Programas Escolares, que promovam à leitura de cada indivíduo, é o ponto síntese para o grande número de pessoas que não gostam, ou, teem "preguiça" de ler. Claro, que, à falta de projetos escolares, é devido à corrupção, sendo esta, "sugadora" de recursos destinados à infraestrutura nacional, desviando principalmente verbas destinadas à Educação brasileira ( setor mais carente de recursos, do Brasil). Como consequência disso tudo, os alunos ao chegarem  da escola, mal pegam nos livros ( à não ser, quando teem trabalhos escolares, que tem que ser feito em casa), caso contrário, seria como se ele ( livro) nem existisse, ou seja, quando não são "obrigados" à ler, não leem. O hábito de praticar à leitura, está diminuindo cada vez mais, e esses brasileirinhos de hoje, serão os adultos sem senso crítico de amanhã ( já que ler, proporciona entender e compreender assuntos ambíguos, e faz com que cada cidadão, tenha opinião própria), e se persistir assim, o "ciclo anti-leitura" continuará existindo por muitos anos.
 Uma forma de melhorar essa situação de "calamidade-infraestrutural", é investir primeiro na Educação, e depois nos demais setores, já que este, se conseguir se desenvolver, ajudará o Brasil à subir no ranking dos países mais desenvolvidos do mundo, e  com isso, poder criar projetos de leitura em salas de aula, como por exemplo, "O dia da leitura", que será pelo menos três vezes por semana, em que alunos e professores, dedicarão à metade do horário de aula, apenas lendo, jogando jogos que envolvam a prática da leitura, e assim, promover um ambiente de descontração, que será de grande ajuda para o envolvimento da criança, do jovem e, até mesmo de adultos, com à leitura. E não se esquecendo também, de criar bancas destinadas a trocar livros velhos/usados por novos. Claro, tudo isso, com à ajuda do "compreensível" Governo.
 Vale ressaltar, que, apenas com Instituições autônomas ajudando em projetos, como doação ou, troca de livros com as escolas, e, consequentemente com os alunos, o Brasil não irá conseguir melhorar internamente, o país, precisa e muito, do apoio do Governo ( já que este, têm mais recursos financeiros),  para conseguir melhorar sua "fama" lá fora, e também, aqui. Aprender, não é caro, é algo democrático, forma cidadãos de bem e bastante críticos, mas, infelizmente, à política brasileira quer continuar "tentando deseducar" seu povo, para que este, não "enxergue" o que está ocorrendo debaixo do seu próprio "nariz"!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Brasil: Um país "precocemente" trabalhador!















 O número de casos de Trabalho Infantil no Brasil, ainda é grande. Crianças que deveriam  estar estudando, para terem um grande futuro pela frente, estão na verdade, trabalhando, para poderem ajudar no sustento da casa e, não passarem fome.
 Obviamente, que nenhuma destas crianças, trabalham desde de cedo porque querem, trabalham, porque não teem escolha, devido a não cooperação em "peso" do Governo para com às famílias, como por exemplo, Bolsa Família, Bolsa Escola, e demais meios para ajudá-los, que poderiam livrá-los deste "sub-mundo", e fazerem com que estes, estudem, se dediquem apenas aos livros, e não na roça                   ( agropecuária), que é o setor que mais abrange menores trabalhando ilegalmente, seguido da indútria e lojas.
  Outro fator que leva menores à trabalharem desde cedo, é o tráfico de crianças, que na maioria das vezes, são submetidas à trabalhos braçais ( principlamente nas lavouras), e também, à exploração sexual, que junto com o trabalho braçal, é uma das causadoras do abandono precoce da infância, por parte das crianças, e o "obrigamento-precoce" de pegar no "batente" cedo. Uma resposta, para à não diminuição em peso do analfabetismo no Brasil, é o trabalho precoce, que "isola" à criança de seu "verdadeiro mundo". Além disso, esses menores, começam desde cedo, à sentirem o impacto do trabalho, através de dores lombares fortes   (dependendo do serviço), e à terem vários problemas sérios de sáude, sendo o principal, o psicológico.Uma media, ou, uma solução para que essa situação "constrangedora" mude ( já que, como democrático e sub-desenvolvido, e com esperanças de ser uma potência mundial um dia, o Brasil não pode ser dar o "luxo", de permitir esse descaso com à população), é à implantação de serviços acessíveis para famílias carentes, que moram em regiões de difícil acesso, como por exemplo, à Amazõnia, sendo o salário, suficiente para o sustento de todas elas, e segue-se o mesmo processo, nas construções de novas escolas e, nas fiscalizações nas empresas ( para ver à situação de cada empregado).
  Em suma, essa "situação aberrante" só será extinta, quando o Governo brasileiro parar de olhar para o seu próprio "umbigo", e dar mais atenção para o seu povo (sendo este, merecedor de "privilégios", pois é ele que elege os "representantes da nação", e devido à isso, merece consideração), implantando serviços, meios, auxílios, para que todas às famílias tenham pelo menos uma vida digna, sem fome, sem miséria, sem precisar que seus filhos ( que deveriam pensar apenas em estudar), não "pulem" a grande e inesquecível estapa da vida, à "infância".

terça-feira, 10 de julho de 2012

Descaso na Rede Pública de Ensino










  A Educação é indispensável, para se conviver bem em sociedade. Mas, infelizmente, os profissionais deste meio, estão sendo desvalorizados pela população, e também, pelo Governo ( sendo este, o que deveria proporcionar o "bem-estar" de um dos setores mais "carentes" do Brasil), devido a seus baixíssimos salários e, como consequência disso, à falta de respeito por parte de alunos e, demais cidadãos, em relação à esses.
  Não é de hoje, que à Educação Pública brasileira está neste "mar-de-lama", mas, à situação piorou, com à expansão descontrolada da corrupção, sendo esta, "sugadora" das verbas públicas destinadas para o "bem-estar" do povo brasileiro e, consequentemente, à baixa remuneração à esses profissionais. Devido aos baixíssimos salários que os professores da Rede Pública recebem ( não apenas os da Rede Pública, mas também, os de Universidades), os alunos, pais, ou seja, toda à sociedade, estão desvalorizando seu trabalho, já que, para muitos, o salário diz o "grau de competência do indivíduo". Não é bem assim, já que este, é de acordo com o grau de escolaridade e emprego que à pessoa têm, mas, para os "críticos cidadadãos", a opinião deles, é que conta. Agressões em sala de aula, sejam elas, verbais ou físicas, infelizmente, fazem parte da rotina de muitos professores brasileiros, que chegam até em pedir demissão, ou um tempo, para se tratarem com um psicólogo, devido ao medo  que estes, têm de seus     "próprios alunos". Devido à todos esses problemas, não só o rendimento do professor, mas também, do aluno, têm uma queda significativa, prova disso, é a dificuldade que muitos estudantes passam, quando prestam Vestibular e Enem, que, devido ao não entendimento das matérias (consequência de não terem prestado atenção nas aulas), vão mal, e o culpado, acaba sendo ( mesmo que de uma forma indireta, já que, nem sempre está bem psicológicamente, o mestre de ensino), sendo este, um "mero possuidor" de uma autoestima muito baixa, devido ao "caos" que vive constantemente. Toda essa "ramificação de irregularidades sociais", se deve, a políticos corruptos  ( pioneiros do caos), que não investem, não valorizam, à Educação e os demais setores da nossa sociedade, e como consequência disso, uma "Infraestrutura-desestruturada", sendo às vítimas, todos os cidadãos brasileiros.
   Medidas, atitudes, que podem mudar essa situação de "calamidade", estão à disposição, e sobra ainda, basta, o Governo 'olhar", apenas, "olhar", que com certeza irá "enxergar". Aumentar o salário destes profissionais, seria um ótimo começo, promover na escola, pelo  menos, uma vez por semana, " O dia da interação", que seria, um dia em que alunos e professores interagissem através de gincanas, para poderem conhecer uns aos outros, e verem, que cada um, é igual, é um ser humano qualquer, mas, com funções diferentes na sociedade ( um ensina, outro aprende), sem contar ainda, às construções de novas Escolas ( já que não basta apenas o ensino em sí, mas também, o local para poder se aplicar este). Todo mundo, deveria parar e pensar, quantas horas de lazer com seus filhos e familiares, eles perdem, para preparar atividades, que irão ajudar à todos os seus alunos?! Valorizar esses grandes profissionais, não é apenas questão de respeito à eles, mas também, à sí mesmo como cidadão. Eles ( professores), são os "maestros", e à "orquestra", são os alunos, mas, diferentemente de todos os outros "concertos", esse, permite errar quantas vezes quiser, até aprender.
   Em suma, vale ressaltar, que essas mudanças ( se acontecerem), não irão mudar do dia para noite, o Setor Educacional Público brasileiro, mas, com certeza, será um excelente começo, para um país que busca, quem sabe um dia, ser o exemplo de Nação, quando o assunto é Infraestrutura. Privatizar todas às escolas brasileiras, não dá, mas, zelar pela Educação em geral, com certeza! Vale, o "querido" Governo, cooperar!
 
 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

"Câncer" na Saúde Pública brasileira






  Crianças, idosos, jovens, seres humanos, ou seja, toda à população brasileira, está morrendo na fila de espera de Hospitais Públicos, sendo estes, na maioria, lugares "inóspitos" de se frequentar, seja pela falta de leitos capacitados de receber o paciente, pela falta de médicos ( sendo alguns, incapacitados de exercer à profissão), seja por descaso não só dos profissionais da Saúde, mas também, de políticos que desviam à verba  destinada à ela, à Educação...... para terem um "13 salário" no fim de cada mês.
   O Brasil, no ranking de 191 países, está em 125 lugar,  em termos de melhorias na Saúde Pública, mesmo com "grandes investimentos" ( já que à metade não vai para o destino devido), um caso de se preocupar, alías, foram "escassaz", às vezes que não precisou se preocupar. A melhora no setor ( Sáude), só virá, quando todos os orgãos, não apenas os não Governamentais, mas também, os Governamentais, junto com o Governo brasileiro por um tudo, se unirem em prol da vida. Se isso não ocorrer, o número de pessoas morrendo na fila de Hospitais Públicos, ou até mesmo dentro deles ( já que o número de injeções erradas dadas nos pacientes, aumentou drasticamente nesses últimos anos), irá aumentar e muito, fazendo com que um "Estado de calamidade Pública", ocorrá de vez ( ou já ocorre?).
   Muitos indivíduos que moram na Zona Rural, que ficam doentes, sofrem com à falta de Hospitais, na maioria das vezes, andam quilômetros e quilômetros até encontrar um, mas quando chegam neste, se deparam com uma faixa dizendo o   seguinte:      " Não podemos atender por falta de materias necessários para exercer à profissão, e pelo espaço insustentável", e se estão funcionando, à fila é imensa, e o ambiente é totalmente propenso à novas doenças, fazendo com que, o caso do paciente se agrave mais ainda, e este, acabe vindo a óbito.
   Sendo assim, o descaso com à Saúde Pública brasileira é imenso, que nem os HUs ( Hospitais Universitários), estão sendo monitorados devidamente. Está na hora, aliás, já passou da hora, de políticos pararem de "brincar de emprestar dinheiro do povo e não devolverem mais", e começarem à investir em todos os setores de infraestrutura Nacional, já que, sem uma "ramificação-infraestrutural", o país não vai para frente, e como todos, esperam que o Brasil seja um dia à potência Mundial, primeiro têm que se fazer mudanças (que para nós, difíceis), que em outros países já nem se chama de novidade mais, em vários setores.



Escrito por: Everton Severino

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Economia Verde: Caminho para um Planeta melhor?



  No dia 13 de junho, começou no Rio de Janeiro, à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O objetivo desta Cúpula, é associar o crescimento econômico, junto com à preservação ambiental ( sendo esta, necessária para que vivamos).
  Porém, foi colocado em discussão, à "Economia Verde", proposta pelo Governo brasileiro, para associar Desenvolvimento Sustentável, com processos, como, erradiação da pobreza, inclusão social, combate às mudanças climáticas de origem antrópica e, combate ao consumismo exagerado, sendo este, causador da desigualdade social e, totalmente insustentável para termos um Planeta mais limpo.
  Muitos movimentos sociais e ambientalistas, são contra esse tipo de "economia sustentável", dizendo que, ela serve apenas de "maquiagem" para vários países, fazendo com que estes, apenas "finjam" que estão  se desenvolvendo economicamente, preservando o Meio Ambiente, mas que na verdade, usam de artifício para melhorar à imagem pública de governos e empresas sem que seu uso traduza mudanças efetivas na sua gestão e práticas, sintonizadas com os princípios e diretrizes emanados da Rio-92 por meio de seus principais documentos. Porém, à "Economia Verde", é diferente das outras que já foram colocadas em pauta, como por exemplo: Ecodesenvolvimento, sustentabilidade, sociedade sustentável, economia de baixo carbono, economia sustentável, economia inclusiva e economia solidária, porque ela, não se limita apenas à baixa emissão de gases que provoquem o "efeito estufa", ela vai além disso.
 O estilo de Economia Sustentável proposto pelo Brasil, não irá ter resultados na hora, assim como os outros, também não tiveram, porém, quando estes, começarem à surgir, todos irão ver, que à associação de cinco dimensões ( social, econômica, ecológica, espacial e cultural), valeram mais que uma (apenas à redução de gases poluentes). Conclui-se que, para termos um Mundo melhor, precisamos criar "ramificações sociais", sendo esta, indispensável para um Planeta, não apenas limpo, mas também, igualitário.


Por: Everton Severino
 



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sacolas Plásticas: Uma questão de consciência









 O Planeta Terra, está sendo "expremido", está sendo "sufocado", devido ao descaso dos seres humanos. Estes, o poluem de forma desordenada e sem consciência alguma. Cada vez mais, pessoas estão descartando lixos ( sacolas, papelão, vidros, orgânicos, etc.....), de forma incorreta, o que, no caso, está degradando o meio em que vivemos, e consequentemente, à resposta da "Mãe Natureza".
  Nos últimos dois anos, vem sendo discutido não só no no Brasil, mas também, no Mundo todo, maneiras, formas de "amenizar" à agressão à nossa fauna e flora, são Leis, que fazem com que, sacolas plásticas           ( estas, demoram 100 anos para se decompor), sejam substituídas pelas biodegradáveis ( estas, com custo de 0,19 centavos), para evitar que o descarte incorreto, não traga consequências sérias, pois estas, não agridem o Meio Ambiente.
 Mas, controvérsias sobre essa mudança, vêm ocorrendo, pois, várias pessoas, estão se queixando em carregar suas compras em caixas de papelão ( estas, também poluem o Meio Ambiente), devido à proibição das sacolas plásticas, pelas biodegradáveis ( que deveriam ser gratuitas, pelo menos no início, para incentivar à mudança de hábito das pessoas) que para muitos, é barata, e é mesmo, porém, existem famílias carentes, que não têm condições de comprar uma sacola biodegradável, e que optam pelo que mais são necessitadas, à alimentação. O Governo, junto com Orgãos Ambientais, deveria promover campanhas, que associassem, consciência, com descarte legal.
  Promover à "extinção" de uma hora para outra, do alicerse ( sacolas plásticas), que fez e ainda fará parte do cotidiano das pessoas, por mais algum tempo, é uma atitude precipitada, pois, para quem esperou "um século" para mudanças, porque não esperar mais alguns anos?! Substituir algo poluente, por um não, é um grande e excelente começo para poder mudar o Planeta, e para que isso aconteça, o incentivo, através de campanhas que promovam à consciência, devem acontecer antes de tudo, para depois institular algo definitivo. Primeiro, à conscientização, depois, à adaptação!